quinta-feira, 22 de março de 2012

Looks masculinos para inspirar homens e conquistar as mulheres


CAPA

Looks masculinos para inspirar homens e conquistar as mulheres

Homens, roupas e muita personalidade. Eles estão aqui para comemorar o mês das mulheres de um jeito diferente, em um editorial capaz de fazê-las sonhar e inspirá-los. Elegemos quatro estilos masculinos – clássico, esportivo, alternativo e romântico


22/03/2012 | 00:06 | LARISSA JEDYN
• Clássico
Revisar algumas tradições é uma forma de torná-las contemporâneas. E este é o principal talento do homem clássico. Adepto do costume completo (calça, paletó, camisa e gravata), ele geralmente tem pouca margem de manobra fashion, mas nem por isso desiste de se vestir bem. Até porque suas roupas são aquelas que todo mundo considera como símbolos de elegância. Mas, até mesmo num traje tão bem composto, é possível fazer algumas adaptações. “Dá para tirar o blazer e colocar a jaqueta de couro, trocar o cansaço da gravata pela sofisticação do foulard (lenço), inovar nos materiais.
Mas este é um homem que não costuma correr riscos”, comenta o stylist Chrystyan Kishida. O que não dá para esquecer é a formalidade que este estilo requer. Isso vale para quem usa terno e gravata para trabalhar, para sair ou, simplesmente, porque gosta.
Peças que não podem faltar no guarda-roupa dele: Costumes em lã fria com paletós de dois botões e modelagem slim (mais ajustada), boas camisas, sapatos de bico fino. Algumas peças ajudam a variar essa composição, como jaquetas de couro, coletes e calças jeans. “Ter no armário um blazer de veludo ajuda nas produções e dá um tom nobre até mesmo ao jeans de todos os dias”, diz.
Do que ele não abre mão: Elegância, sobriedade, bons cortes, bons tecidos e conforto.
Acessório preferido: Um bom relógio.
Foto 1: Camisa Request para Renner ( R$ 89,90), jeans VR ( R$ 239), bota Gant (R$ 920) e blazer D&G para Capoani (R$ 3.290). Lenço e óculos (acervo). Jaqueta D&G para Capoani (R$ 3.980), calça e colete do costume Hugo Boos para Capoani (R$ 3.598), gravata Gant (R$ 260), camisa Renner (R$ 89,90), sapato Democrata para Omar Calçados (R$ 154,90) e cinto Omar Calçados (R$ 39,90).
Foto 2: Costume completo Dsquared para Capoani (R$ 4.780), camisa (R$ 269) e gravata (R$ 149,90) da Aramis, echarpe Renner (R$ 49,90) e sapatos Ferracini para Omar Calçados (R$ 209,90).
• Esportivo
Ele está pronto para qualquer ocasião. Se vai para o trabalho e, depois, para a academia, carrega uma mochila com tudo que precisa. Se esfriar, ele tem uma blusa e, se duvidar, um cachecol bacana também. Ele pode até dar um jeito no visual e emendar um cinema no fim do dia. Lembrando que, muito provavelmente, vai fazer tudo isso de bike. “A praticidade move esse homem. Ele se adapta facilmente às situações, é mais informal, não se preocupa com convenções”, avalia Kishida. Por isso, recorre a algumas táticas para ir adaptando também o visual, como as sobreposições.
Peças que não podem faltar no guarda-roupa dele: Calça cáqui, camisas xadrez, bota de caminhada, camisetas de algodão puro, agasalhos de tecidos tecnológicos. Tudo isso costuma ser usado junto e cada uma das peças cumpre suas funções específicas – dificilmente algo entra na composição só para ficar bonito. “Ele não está preocupado em acertar.”
Do que ele não abre mão: Praticidade, conforto e tecidos tecnológicos, que sequem rápido, esquentem ou ventilem.
Acessórios preferidos: Bolsa ou mochila, óculos e bota de solado grosso.
Foto 3: Camisa xadrez (R$ 270) e tricô (R$ 198), ambas da Richards, blazer VR (R$ 490), colete Hugo Boss para Capoani (R$ 1.418), calça sarja Richards (R$ 229), bolsa MNovak (R$ 390) e luvas (acervo).
Foto 4: Parka Schooner (R$ 199), camisa xadrez Osklen (R$ 347), camiseta Osklen (R$ 167), calça Marfino para Renner (R$ 89,90), bota Freeway para Omar Calçados (R$ 169,90), colar Osklen (R$ 127), cinto VR (R$ 119) e boné da VR (R$ 69).
• Alternativo
Esse é um homem que não consegue esconder a sua essência. Ele tem uma alma transgressora, vive de música, a sua arte preferida. A moda válida para ele é a dos seus ídolos. É um nostálgico por opção, mas está com os olhos voltados para frente. Vai que encontra alguma coisa boa por aí. E tudo isso impacta no seu visual. Ele é um rockstar por natureza. “Ele não se preocupa se a calça está rasgada, se a blusa e a jaqueta combinam, se alguma das peças está amassada, se xadrez e pied de poule combinam. Sua autenticidade está à flor da pele. A roupa só mostra o que ele é por dentro”, comenta Cris Bemvenutti, que trabalha com arquitetura de moda.
Peças que não podem faltar no guarda-roupa dele: Jeans slim, jaqueta de couro, coturno, camiseta da banda preferida.
Do que ele não abre mão: Autenticidade. Esses são homens que sabem muito bem do que gostam, não têm vergonha de se mostrar, costumam dar um toque retrô no visual, mas não estão nem um pouco comprometidos com tendências e modismos.
Acessórios preferidos: Correntes e coturnos.
Foto 5: Pulôver A/X Armani Exchange (R$ 379), camisa xadrez Schooner (R$ 129,90), calça de couro A/X Armani Exchange (R$ 1.690), coturno VR (R$ 460) e pulseiras de couro A/X Armani Exchange (R$ 160 e R$ 204,46).
Foto 6:Jeans VR (R$ 339), camisa xadrez (R$ 429 ), casaco de lã (R$ 1.726, 36), cinto (R$ 208) e luvas (R$ 235,45), todos da A/X Armani Exchange , camiseta de caveira (acervo), coturno VR (R$ 460) e óculos (acervo).
• Romântico
Quando cruzar com um desses pela rua, você entenderá logo como se porta um romântico. Ele é sensível, tem belos modos, cuida de todos os detalhes como se fossem únicos. Além de sorrir, abrir a porta do carro, puxar a cadeira, fazer elogios inesperados, ele gosta de estar bem vestido, perfumado e bem penteado. Não só para o outro, mas para ele mesmo. Pode ser até um pouco contido, afinal, prefere os grupos pequenos às multidões. Mas sua roupa é cheia de personalidade. “Ele prefere a leveza do tricô à rigidez do couro”, exemplifica Cris Bemvenutti. Gosta de cores claras, faz combinações harmônicas, usa acessórios muitas vezes inesperados, como chapéus e cachecóis. “Todo mundo se expressa pela roupa. A diferença é que o homem romântico o faz de um jeito suave, discreto e muito bem pensado”, diz ela.
Peças que não podem faltar no guarda-roupa dele: Tricôs e malhas confortáveis, cardigãs e blazers.
Do que ele não abre mão: Conforto, maciez, suavidade. A roupa não é vista por eles só como um utilitário. Ela precisa vestir bem, ter um toque confortável e ainda ser visualmente bem resolvida.
Acessórios preferidos: Boina, chapéu e cachecol.
Foto 7: Camisa Gant (R$ 279), calça Renner (R$ 79,90), tricô Gant (R$ 799), sapatênis Osklen (R$ 397), lenço e boina (acervo).
Foto 8: Camiseta Osklen (R$ 267), blusa de lã Gant (R$ 549), calça Renner (R$ 89,90), cinto Omar Calçados (R$ 59,90), bolsa MNovak (R$ 290), sapatênis Osklen (R$ 447), óculos, chapéu e cachecol (acervo).
Foto 9: Presentes para você! Flores da Gazebo, Anel da Grifith, para a Bazaar Fashion, e chocolates da Empório Santa Genoveva.




ESTILO DE VIDA | 2:06

Making Of

Confira os bastidores da produção fotográfica da matéria

VAMOS POUPAR O COMBUSTÍVEL DO CORPO HUMANO A ÁGUA


22/03/2012 - 06h00

Dia Mundial da Água serve de alerta para a escassez do recurso

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DE SÃO PAULO

Nesta quinta-feira (22) o mundo celebra o Dia Mundial da Água. Pelo menos deveria comemorar. Mas a escassez de água vai obrigar, por exemplo, a população de quase 20 milhões de pessoas que vivem na Grande São Paulo de buscar água cada vez mais longe, o que vai encarecer cada vez mais o recurso na próxima década.
Hoje, quase metade da água que sai pelas torneiras da região precisa ser "importada" de bacias vizinhas. Gestores da Sabesp concordam com a tese da falta da água a partir de 2020.
Apesar de o Brasil ter 12% da água doce mundial, 70% dos recursos hídricos ficam na bacia Amazônica. Ou seja: a água está bem longe dos grandes centros urbanos. E isso é um grande problema.
Assinantes da Folha e do UOL podem acessar a íntegra da coluna aqui
Editoria de Arte/Folhapress
Dia mundial da agua, 22/mar
Dia mundial da agua, 22/mar

domingo, 18 de março de 2012

ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL, SIM É POSSÍVEL




18/03/2012 - 07h00

Sistema que 'ensina' a reduzir consumo equipará nacionais

FELIPE NÓBREGA
DE SÃO PAULO
Qualquer computador de bordo que se preze informa o consumo médio e o consumo instantâneo do veículo. Mas as montadoras apostam em um novo sistema, mais didático e lúdico, que analisa o modo de condução e orienta o motorista para que ele otimize o uso do combustível.
Previsto para estrear em um modelo nacional em maio -na nova geração do Fiat Punto-, o aplicativo promete auxiliar na redução de 10% a 50% do consumo.
O sistema não interfere no funcionamento mecânico do automóvel e é diferente dos que equipam importados híbridos, pois não exibe relatórios diretamente no painel.
"Quem quiser visualizá-los a bordo terá de recorrer a um smartphone ou tablet e estar com o carro parado, por questão de segurança", explica Ricardo Dilser, assessor técnico da Fiat.
Como estímulo, o aplicativo recompensa progressos elevando a pontuação do condutor. Batizado pela montadora de EcoDrive, ele começou a ser oferecido em 2009 no compacto Cinquecento. A Ford oferece opção semelhante, o Econo Check, ainda exclusivo para a Inglaterra.
A tendência é que esses sistemas se popularizem nos próximos três anos, preveem especialistas. Principalmente porque a conta do posto é uma das que mais pesam no bolso do motorista (entre 15% e 25% dos gastos mensais).
Carolina Daffara/Editoria de Arte
Com ou sem a ajuda da eletrônica, é possível economizar combustível e poluir menos apenas mudando alguns hábitos ao volante.
"O consumo e as emissões podem dobrar se o veículo for conduzido de forma agressiva", diz Paulo Saldiva, chefe do laboratório de poluição da Universidade de São Paulo.
Segundo o pesquisador, o motorista deve planejar o itinerário e evitar horários de pico, mantendo o motor do carro regulado e abastecendo em postos de qualidade.
No trânsito, um sinal de desperdício de energia é o uso excessivo do freio e a pressão excessiva no acelerador.
"O pedal é como uma torneira: quanto mais se abre, maior é o gasto", afirma o assessor técnico da Fiat.





quinta-feira, 15 de março de 2012

Bebida + Direção = Acidente

Gostaria que a exemplo dos maços de cigarros, que mostram imagens de pessoas com doenças causadas pelo vicio do cigarro. Que se fizessem o mesmo com as embalagens de bebidas alcoólicas. Que as mesmas trouxessem imagens de acidentes graves e também o canhoto que se recebe ao pagar o pedágio tivesse imagens de algum acidente fatal que ocorreu ao longo da BR.    


Sabemos que o prazer aqui abaixo é sensacional sem dúvidas, mas se for dirigir abandone esse prazer. 
       
Para não acabar assim.


Prefere chegar assim em casa, 
ou assim

E ai sim, fazer a festa.



quinta-feira, 1 de março de 2012

FANTASIAS SEUXUAL


Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo
Fantasias todo mundo tem. Colocar em prática depende de vários fatores: local, oportunidade, disposição e até a sorte de encontrar alguém que tope participar. Mesmo que fiquem restritas à imaginação, as fantasias são inerentes à sexualidade e é saudável tê-las. "Elas exprimem algo reprimido ou remetem a algum desejo que, por várias circunstâncias, não pode ser declarado", diz a terapeuta sexual Isabel Cabral Delgado, do Rio de Janeiro.

Há algumas fantasias que são comuns –transar com um desconhecido, por exemplo– mas a história de vida e os planos de cada um é que podem revelar, com precisão, o que há por trás delas. "As fantasias sexuais podem dizer não só o que desejamos, mas que estamos lutando contra determinado anseio", diz a psicóloga Arlete Gavranic, do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática. As fantasias triviais, porém, funcionam como um exercício de autoconhecimento. Por isso, confira a análise de especialistas* e entenda melhor os seus desejos:
Transar com "ex" e atual ao mesmo tempo
Há a hipótese de que o término esteja mal resolvido. Mais provável é que quem tem essa fantasia sonha em mostrar que pode se dar bem com outro parceiro na cama, como uma espécie de exibicionismo ou vingança. A fantasia também pode indicar necessidade de controle e sentimento de posse, além de uma vontade de demonstrar que faz sexo muito bem e que é capaz de dar prazer a quem quiser.
Sexo à força
Costuma ser mais comum entre as mulheres. Aquelas que se excitam ao se imaginar sendo forçadas a fazer sexo certamente querem se isentar de qualquer tipo de responsabilidade ou culpa em relação ao sexo. Não podendo recusar, o sexo não macularia a imagem de boa moça. Muitas garotas tiveram uma educação sexual rígida, assimilando, assim, o conceito de que o desejo é vulgar, feio ou indecente.
Dominar alguém na cama
Esse tipo de fantasia remete a uma associação equivocada de afeto e violência. Essa vontade se instala na infância e, muitas vezes, pauta o comportamento sexual do adulto, que se excita com o uso da força, porque não consegue suportar a manifestação de carinho baseada na carícia. Ela ainda pode denunciar baixa autoestima --a pessoa pode necessitar que o outro se submeta para se sentir segura. Mas essa é frequente e muito saudável, pois mostra o desejo de sentir-se importante, forte e demonstra autoconfiança ou o desejo de fortalecê-la.

Apanhar
Há diversas explicações possíveis: autopunição por achar que os desejos sexuais são impuros ou errados, fetiche masoquista de sentir prazer na dor, rebeldia e até história de rejeição familiar ou amorosa –a pessoa se sente cuidada mesmo ao levar um tapa, uma palmada ou sentir o estalo de um chicote. Se não houver um nível que caracterize violência física nem psíquica, cada um pode combinar até onde o tapinha pode chegar e brincar com a dor e o prazer com quem quiser e confiar.
Fingir que é prostituta
O fato de fingir que é prostituta permite à mulher se sentir mais livre e sedutora. Como uma profissional, ela pode sair do papel da boa moça e demonstrar interesse e prazer ao transar. Existe ainda a possibilidade da fantasia de que, encarnando uma prostituta, tudo é possível. A mulher também pode encarar o papel de que se submete ao mando e à agressividade do parceiro. Há, embutida, a vontade de investir na submissão. Apesar de mais comum em mulheres, o papel pode ser assumido por um homem, seguindo a mesma lógica.
Tratar a parceira como prostituta
Essa fantasia dá ao homem o prazer do poder oriundo da desigualdade que se estabelece entre os parceiros na relação. É a necessidade de se sentir superior. A parceira seria obrigada a fazer tudo que ele quer, pois ele está pagando. Para alguns homens, é uma autorização interna para práticas e prazeres diferentes com a mulher "de família", como sexo anal, sexo oral com ejaculação, entre outras. Mulheres também podem assumir o papel de clientes para seus homens, fantasiando que eles são garotos de programa. Os sentimentos, nesse caso, também são parecidos com os deles.
Imaginar que está com alguma celebridade enquanto transa
É uma fantasia corriqueira e inofensiva, que levanta a autoestima e faz a pessoa se sentir especial para uma pessoa famosa, que, ainda na imaginação, tem uma vida interessante e emocionante e, mesmo assim, está valorizando alguém comum --e que, no fundo, adoraria estar se sentindo assim tão especial para o companheiro ou companheira. Outra explicação é a fuga da rotina, de um parceiro convencional ou do romantismo associado ao sexo –um bom exemplo é imaginar que está transando com a vilã ou o bandido de um filme.
Transar com alguém desconhecido
Significa desvincular sexo de compromisso. Ao ir para a cama com um desconhecido, a pessoa pode se soltar completamente, sem nenhum tipo de repressão, já que não há cobranças. Essa fantasia permite deixar toda a sua história de vida para trás e reescrevê-la do jeito que achar melhor, sem passado nem culpa. Quem alimenta essa fantasia não quer que haja nenhuma avaliação prévia. Com o desconhecido, a pessoa se solta mais, aposta na bizarrice, na perversão e na vulgaridade.
Pensar em pessoas amigas ao se masturbar
Isso, obviamente, indica interesse sexual, que pode ser camuflado por razões sociais, familiares ou pessoais (dificuldade em aceitar que sente desejo por alguém do mesmo sexo, por exemplo). Há quem não o admita nem para si mesmo, o que acaba gerando angústia. Algumas vezes o simples fato de compreender, assumir e exercitar essa fantasia resolve a questão e permite que a vida siga seu curso normalmente.*Consultoria da psicóloga Arlete Gavranic, corrdenadora da pós-graduação do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática, da terapeuta sexual Isabel Cabral Delgado e da sexóloga Carla Cecarello