terça-feira, 6 de novembro de 2012

Ar condicionado ou janelas abertas - qual consome mais combustível?


Ar condicionado ou janelas abertas - qual consome mais combustível?

05/11/2012 15:31  - Fotos: Divulgação

Ar condicionado ou janelas abertas - qual consome mais combustível?
Estudo divulgado pelo site mexixano AutoCosmos, parceiro do MotorDream, mostra opçãomais econômica

do AutoCosmos.com/México
com exclusividade no Brasil para MotorDream
 
As mudanças climáticas deixam a Terra mais quente a cada dia. Mas à medida que aumenta o aquecimento global e o preço do combustível, surge uma pergunta: janelas abertas ou ar condicionado, o que consome mais? A resposta depende de dois fatores: a primeira tem a ver com a forma de funcionamento do compressor de ar e quanto combustível extra é preciso para mantê-lo funcionando. A segunda diz respeito à resistência do ar em relação ao veículo. Nos mais modernos a aerodinâmica oferece resistência mínima.
 
No entanto, quando um veículo tem as janelas abertas, o ar entra causando uma resistência que não existiria com os vidros levantados. Funciona como um para-quedas, com força suficiente para influenciar na redução de velocidade do carro. O motor precisa trabalhar mais para manter o ritmo.
 
Com o ar condicionado ligado
 
Segundo estudo realizado pela SAE - Society of Automotive Engineers, ou Sociedade de Engenharia Automotiva -, nos Estados Unidos, dirigir com os vidros fechados e o ar ligado é a melhor maneira de economizar combustível. No entanto, em algumas situações a opção não é a mais indicada.
 
pesquisa da SAE foi realizada no túnel de vento da General Motors. Foi usado o deslocamento de ar frontal e lateral, para simular o vento cruzado. Foram usado dois modelos no teste: um SUV equipado com um V8 de 8.1 litros e um sedã grande, também com um V8, mas de 4.6 litros. Os dois mostraram que a condução com as janelas abertas tem efeito negativo na eficiência do combustível. O sedã foi 20% menos econômico. O SUV registrou 8%. O estudo concluiu que quanto mais aerodinâmico é o modelo, maior o efeito da resistencia do ar com as janelas abertas.
 
Portanto, se for viajar a velocidades maiores e percursos mais longos, melhor usar o ar condicionado. Mas o que acontece em trechos curtos em velocidade baixa?
 
Com as janelas abertas
 
Ao dirigir em baixa velocidade é melhor desligar o ar condicionado e abaixar os vidros. É mais eficiente, já que com o carro devagar a resistência do ar tem menor influência. Conforme se acelera, aumenta a oposição do vento de forma exponencial. Por exemplo, dirigindo a uma velocidade de 112 km/h, há quatro vezes mais força do ar contra o carro do que a 56 km/h. Ou seja, com o dobro de velocidade, a resistência do ar se multiplica por quatro.
 
Não há uma regra geral para decidir quando ligar o ar condicionado ou abaixar os vidros. Especialistas, no entanto, recomendam os 64 km/h como base. A esta velocidade, o motor produz menos energia, portanto, precisa trabalhar muito mais para prover outros acessórios como o compressor de ar. Em altas velocidades, entrega energia suficiente para abastecer os outros componentes e equipamentos adicionais.
 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Uma lição para o problema de casa.


 EDUCAÇÃO

Uma lição para o problema de casa

Crises familiares afetam a vida escolar dos filhos. Projetos tentam ajudar os pais por meio de experiências compartilhadas
Publicado em 05/11/2012 | MARIA GIZELE DA SILVA, DA SUCURSAL DE PONTA GROSSA
Quando o aluno tira notas baixas na escola, uma série de fatores pode estar envolvida. Um deles é a convivência familiar. A criança precisa, segundo especialistas, de estabilidade e previsibilidade no ambiente familiar. Mas os problemas, às vezes, são inevitáveis. Neste sentido, projetos têm tentado diminuir o impacto das dificuldades vividas dentro de casa que insistem em ir para a sala de aula. 
A Secretaria Municipal de Educação de Castro, nos Campos Gerais, iniciou em 2006 o projeto “Fortalecendo as relações familiares”. O programa atende perto de 40 pais e mães em três escolas municipais, sendo uma na zona rural. Os diretores das escolas convidam os pais e mães, cujos filhos enfrentam problemas de aprendizagem, para encontros quinzenais que envolvem dinâmicas de grupo e momentos de partilha de experiências pessoais. A receptividade tem sido boa entre os pais, que aproveitam para discutir problemas vividos e já superados, além de receber orientações de pedagogas e de um psicólogo, que acompanham os encontros.
Encontros servem como aprendizado
A reportagem acompanhou uma das reuniões do projeto “Fortalecendo as relações familiares”, na escola José Nery Napoli, em Castro. As 12 mães presentes fizeram a brincadeira do “casa – morador – terremoto”. Nela, duas pessoas dão as mãos para formar a casa e um terceiro se torna o morador. Quando o coordenador do encontro fala a palavra “terremoto” o trio se desfaz e cada um procura novos parceiros.
A participante Clarice Terezinha Oliveira conta que já passou por um “terremoto” quando se mudou de cidade e logo depois se separou. A colega de grupo, Neura de Fátima Almeida de Lima, viveu há dois anos o temor de perder o marido. Ele era alcoólico e quando percebeu o risco da separação lutou contra a dependência. “Hoje, tudo está melhor”, conta.
Projeto Nacional
Escola de Pais completa 50 anos em 2013
Outro projeto que também consiste na partilha de experiências é o da Escola de Pais do Brasil (EPB). No ano que vem, a iniciativa completa 50 anos no país. O programa é baseado em dez encontros de 90 minutos de duração cada um, na própria escola. Os pais e demais convidados debatem, a cada encontro, um tema diferente relacionado à educação dos filhos.
“A parte mais interessante é a troca de informações, porque muitas vezes um problema vivido por um pai na educação do filho já foi vivido e resolvido por outro pai”, afirma o coordenador da seccional de Curitiba da EPB, Milton Malanski. Para consultar se o programa existe em sua cidade, acessewww.escoladepais.org.br.
A escola tem 290 alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. A diretora, Valdinéia Teixeira Ferreira, diz que os problemas de indisciplina são raros, mas que muitas crianças têm dificuldades de aprendizado. “O projeto é muito bom e nós incentivamos os pais a participarem porque conhecendo o pai você conhece o aluno”, afirma.
Conversa
Para especialistas, é preciso explicar aos filhos o que está acontecendo em casa, porém, dentro da capacidade de entendimento da criança ou do adolescente.Uma adversidade vivida no ambiente familiar pode ser a “gota d’água” para o estudante que já enfrenta uma defasagem de aprendizado, segundo a psicóloga e coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Problemas de Aprendizagem da Universidade de São Paulo (USP), Edna Maria Maturano.
Ela reforça que para se manter segura a criança precisa crescer num ambiente com estabilidade e previsibilidade. “Quando os conflitos transbordam, a criança precisa de uma base segura e daí a importância de manter uma rotina em casa, com horários e regras”, acrescenta Edna. Ela lembra também que os pais devem evitar que os filhos presenciem cenas de agressão ou de discussão.
A psicopedagoga e gestora institucional de educação infantil do grupo Positivo, Rosana Pessatti, usa o exemplo da separação dos pais, que é mais comum entre as famílias, para explicar como se comportar com o filho em idade escolar. “Não adianta falar para a criança sobre a guarda compartilhada, por exemplo. Ela não vai entender. Vai passar a entender isso com a nova rotina”, afirma.
“O mais importante é mostrar para o filho que a vida conjugal acabou, mas que continua existindo um pai e uma mãe. É bom frisar que perante a criança você tem que se comportar como adulto e não usar a criança como arma para agredir o companheiro”, comenta Rosana.

sábado, 3 de novembro de 2012

CID LINHARES. A lenda do Cinema. Igual ao Cinema Paradiso.


Igual ao Cinema Paradiso.

Mudança na projeção de filmes, do rolo para o digital, provocou também uma transformação na relação das pessoas com o cinema
Henry Milleo/ Gazeta do Povo / Na profissão há 48 anos, Linhares nunca danificou um filme                                   Desde que Cid Linhares começou a trabalhar, em 1966, muita coisa mudou nas salas de projeção de cinema. Os projetores não são mais de carvão, os rolos de filme estão dando espaço para a reprodução digital, o espaço encolheu, a quantidade de pessoas envolvidas na atividade diminui e é proibido fumar em ambientes fechados. “Quem trabalha aqui é um solitário. Os melhores amigos do projecionista eram o café e o cigarro”, resume Linhares, de 61 anos.
Atualmente, ele trabalha no Cine Guarani, espaço mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, e deve se despedir da profissão em fevereiro, quando planeja se aposentar. Parar de trabalhar, no entanto, não está nos planos: já foi convidado para supervisionar a projeção de uma rede de cinema de shopping.
Resistência
Jovem vira projecionista para unir os sistemas analógico e digital
Engana-se quem pensa que apenas senhores seguem na profissão de projecionista: há jovens atraídos pela magia do cinema. Daniel Silveira Souza, 34 anos, trabalha há 2 anos na Cinemateca Brasileira em São Paulo. “Vi na profissão uma oportunidade, uma necessidade de fazer parte de uma resistência já que está desaparecendo, mas ao mesmo tempo tentando ser uma espécie de visionário, como quem quer provar ao mundo que existe alguma cabeça que vê a co-existência dos sistemas analógico e digital.”
Responsável pelas projeções da cinemateca, Souza ministra cursos. A convite da Fundação Cultural, falou em Curitiba sobre esse período de transição, o funcionamento dos sistemas analógico e digital e discutindo o futuro da profissão. “A ideia é mostrar para projecionistas da velha guarda que bits não são perigosos quando sabemos manipulá-los e que não adianta problematizá-los quando dependemos desse conhecimento para prosseguir.” (FT)
Linhares rodou o Brasil e, mais do que as mudanças tecnológicas, também assistiu a uma transformação cultural. “A coisa mais gostosa do meu tempo de cinema era ver a pessoa ter reação, sentir o cheiro de cinema. Hoje não existe mais. Está se perdendo a essência”, diz.
Foi numa projeção, inclusive, que conheceu sua mulher. Era uma ‘matinada’ e a sala tinha um cheiro gostoso, de perfume. Em um intervalo, ele desceu, olhou para a mulher e começaram a conversar. Foi um pulo para virar um namoro e, por fim, um casamento. Os dois estão juntos há 43 anos.
Amor
Linhares se orgulha de nunca ter danificado um só rolo de filme. “Os filmes eram muito fracos e pegavam fogo”, explica. Segundo ele, o ritual da projeção é simples. Cada filme vem em cerca de cinco rolos de película fotográfica. É o operador que monta e revisa todas as produções antes de colocar no projetor e passar para o público.
Às vezes, as coisas não saíam como o esperado. Entre 1969 e 1970, época que ele chama de epidemia de faroeste, o cinema em que trabalhava tinha três projetores, que recebiam os rolos individualmente. Três passaram sem problema, mas o quarto tinha uma sequência de luta de espadas, sem qualquer relação com o filme. “Foi um griteiro no cinema. Subiu gerente para reclamar, mas a culpa não era minha. O rolo veio trocado de outro cinema, porque eles traziam de bicicleta. Era uma confusão.”
Por suas mãos passaram as projeções de clássicos do cinema, como Ben-Hur, e sucessos de bilheteria, como Ghost. O primeiro é um de seus filmes preferidos, junto com outros épicos, como Os Dez Mandamentos e O Rei dos Reis. Já o blockbuster... “Foi um saco. Ghost ficou um ano e meio passando. Eu não aguentava mais.”
Embora tenha amor pelo cinema, Linhares revela que não gosta de assistir filmes nas horas de folga. No salão então, nem pensar. “É porque se eu vejo algum defeito, comento”, conta rindo ao lembrar que isso de falar mal de filmes é uma das coisas que foi ensinado a nunca fazer.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

JUSTIÇA E DIREITO; Danos Morais.



Dano existencial tenta reparar tempo perdido

Bastante comum na doutrina italiana, instituto que chega agora ao Brasil visa a compensação daquilo que as pessoas deixaram de fazer ou vivenciar
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26/10/2012 | 00:08 | JOANA NEITSCH
Fazer com que alguém mude os planos de vida ou deixe de desfrutar os prazeres de uma existência gera dever de indenizar. E não estamos necessariamente falando de dano moral. Juristas brasileiros têm recorrido à doutrina italiana em busca do que está sendo chamado de dano existencial. Apesar de ainda não ser tão comum, já há julgados que fazem referência ao termo explicitamente. Outros, apesar de não citá-lo, aplicam a sanção por aquilo que seria um dano existencial.
Também chamado de “dano ao projeto de vida”, o dano existencial vai além daquilo que foi perdido no ato da lesão e se refere ao que a vítima deixa de fazer por conta dos fatos ocorridos. Este dano pode ser resultado, por exemplo, de uma limitação física ou de uma privação de tempo para se realizar alguma atividade.
Exemplos
Veja os casos em que o dano existencial pode vir a ser reconhecido:
• Perda de um familiar ou abandono parental em momento crucial do desenvolvimento da personalidade.
• Assédio sexual.
• Terror psicológico no ambiente de trabalho, no contexto escolar ou na intimidade familiar.
• Violência urbana ou rural.
• Atentados promovidos por organizações extremistas e o terrorismo de Estado.
• Prisões arbitrárias ou fruto de erro judiciário.
• Guerras civis, revoluções, golpes de Estado e conflitos armados multiétnicos e internacionais.
• Acidentes de trânsito ou de trabalho.
Fonte: Noções fundamentais sobre o dano existencial, de Hidemberg Alves da Frota
Interatividade
Qual a sua opinião sobre a aplicabilidade do dano existencial no direito brasileiro?
As cartas selecionadas serão publicadas na Coluna do Leitor do Caderno Justiça & Direito.
A autora do livro Responsabilidade Civil por Dano Existencial, a advogada Flaviana Rampazzo Soares, descreve o dano existencial como aquelas perdas que a pessoa tem no decorrer do tempo. Ela explica que o dano extrapatrimonial é um gênero que abrange variadas espécies como o dano moral, o dano psicológico e o próprio dano existencial.
O advogado especialista em Direito Civil Amaro Alves de Almeida Neto passou a ter interesse em estudar o dano existencial porque observava que, em algumas situações, havia certa dificuldade de o juiz conceder o direito à indenização para uma pessoa que tinha passado por um sofrimento que não configurava dano moral, mas que havia sido prejudicada por ter deixado de fazer algo que tinha o hábito ou que planejava fazer.
Para aqueles que consideram que dano moral e existencial são a mesma coisa, Almeida Neto resume a diferenciação. “Dano moral é essencialmente sentir. No existencial não se sente, mas se deixa de fazer alguma coisa.” Ele diz que este instituto “é a tutela da dignidade humana”, já que ninguém tem o direito de mudar a vida das pessoas ou tirar-lhes o direito de fazer algo que seja lícito. “A pessoa é dona da sua vida e da sua agenda.”
Flaviana Soares sustenta que, independentemente de se usar o termo ou não, as indenizações por dano existencial já são concedidas no Brasil, mesmo que, muitas vezes, sob a designação de dano moral. Almeida Neto ressalta que “o que não se pode fazer é deixar de indenizar uma pessoa porque não se vê o mal causado.” De acordo com ele, a importância de se diferenciar o dano existencial de outros danos imateriais seria abranger consequências que não poderiam ser levadas em contas na utilização de outro termo.
Jurisprudência
Em maio deste ano, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região julgou como procedente a indenização para uma funcionária de uma rede de supermercados por dano existencial. De acordo com o entendimento da turma, o trabalho em horas extras além do limite legal privou a apelante do convívio familiar e de outras atividades fora do trabalho. Tal rotina não teria respeitado a previsão constitucional do direito ao lazer, à convivência familiar e à dignidade humana.
Na Itália, onde o dano existencial já é bastante aplicado pela jurisprudência, um dos casos de maior repercussão é o de Daniele Barillà. Ele foi preso em 1992 por tráfico de entorpecentes e ficou na cadeia por sete anos até ser considerado inocente e a sentença revogada. A indenização total foi de 3.947.994 euros. Além dos danos morais pelo sofrimento evidente do cárcere injusto e dos danos patrimoniais pelo emprego que perdeu e toda a renda que deixou de ter no período, o dano existencial também foi ressarcido e correspondeu a 1 milhão do valor total. Os danos ao projeto de vida de Barillà incluíram o período que ele ficou sem conviver com a família e a noiva e o fato de não estar junto ao pai quando ele morreu.
A professora de Direito Civil da Universidade Positivo Glenda Gonçalves Gondim observa que, na doutrina italiana, o dano existencial tem uma justificativa maior do que na brasileira. Segundo ela, na legislação italiana os danos morais estão limitados e então é preciso ter uma abertura para dispor sobre outros tipos de danos. Já no Direito brasileiro, defende ela, as cláusulas são gerais e dão possibilidades a distintas interpretações de, por exemplo, dano moral.
Direito Comparado
Veja exemplos de casos em que o dano existencial foi reconhecido no Brasil e no mundo:
Portugal
• Supremo Tribunal de Justiça de Portugal (Processo: 04B3527, acórdão de 18 de março de 2003): Morte do pai em acidente quando a filha era recém-nascida. O dano existencial foi reconhecido pelo prejuízo à personalidade moral da criança.
• Tribunal da Relação de Guimarães (Processo: 1152/04-2, acórdão de 23 de maio de 2004): Acidente de trânsito que resultou em redução da capacidade laboral da vítima em 50%.
Corte Interamericana de Direitos Humanos
• Caso Benavides versus Peru (Dezembro de 2001): Luis Alberto Cantoral Benavides foi preso de maneira ilegal e arbitrária pela Polícia Antiterrorista do Peru. Na época da prisão, Benavides cursava biologia na universidade. Como ressarcimento, a Corte Interamericana de Direitos Humanos determinou que a República do Peru concedesse uma bolsa de estudo e o custeasse durante o período de graduação.
Brasil
• Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (Apelação Cível nº 70046849121, 9ª Câmara Cível, acórdão de 26 setembro de 2012): Devido à imperícia e à negligência profissional em um tratamento odontológico, o tribunal concedeu à vítima não apenas o ressarcimento pelo dano material pelo investimento no tratamento, mas também pelo dano existencial. O entendimento é que foi atingida “esfera existencial da pessoa humana, causando prejuízos aos direitos de personalidade e, de forma mais ampla à tutela da pessoa humana.”
Fonte: Flaviana Rampazzo Soares e Noções fundamentais sobre o dano existencial, de Hidemberg Alves da Frota

ESPAÇOS EM BH COMEMORAM 110 ANOS DE DRUMMOND COM CINEMA, EXPOSIÇÃO E LEITURAS.

Carlos Drummond de Andrade faria 110 anos nesta quarta-feira (31); relembre frases e poemas do escritor 31/10/2012 - 17h56 | do BOL Aumentar tamanho da letra Diminuir tamanho da letra Compartilhar Imprimir Enviar por e-mail Comente Daniel Marenco/Folhapress A estátua de bronze do poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro (21/5/12) ESPAÇOS EM BH COMEMORAM 110 ANOS DE DRUMMOND COM CINEMA, EXPOSIÇÃO E LEITURAS.


Do BOL, em São Paulo O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade (1902 - 1987), considerado um dos maiores poetas da literatura brasileira, completaria 110 anos nesta quinta-feira (31).  Muitas pessoas costumam usar frases e trechos das obras de Drummond diariamente, já que o poeta ficou famoso por suas histórias sobre o cotidiano e o amor, mas diversas vezes não sabem qual a origem da citação. Relembre algumas dessas frases marcantes de Drummond e escreva nos comentários abaixo a sua frase favorita do escritor: 

"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade" 

"E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama protesta, e agora, José? Primeira estrofe do poema "José"   

"Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está em uma caixa de  bombons"     

"No meio do caminho tinha uma pedra  tinha uma pedra no meio do caminho  tinha uma pedra  no meio do caminho tinha uma pedra.    Primeira estrofe do poema "No meio do Caminho"     

O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar."     

"João amava Teresa que amava Raimundo  que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili  que não amava ninguém.  João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,  Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,  Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes  que não tinha entrado na história. Poema "Quadrilha"     Ninguém é igual a ninguém." 

"Todo o ser humano é um estranho ímpar" 

"Há muitas razões para duvidar e uma só para crer."      

"Por que Deus permite que as mães vão-se embora? Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento. Primeira estrofe do poema "Para Sempre"     

"As dificuldades são o aço estrutural que entra na construção do caráter"     

"O homem vangloria-se de ter imitado o voo das aves com uma complicação técnica que elas dispensam"    

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2012/10/31/carlos-drummond-de-andrade-faria-110-anos-nesta-quarta-feira-31-relembre-frases-e-poemas-do-escritor.jhtm






segunda-feira, 29 de outubro de 2012

1. Qual o tamanho da tela?


1. Qual o tamanho da tela?

É uma questão de proporção: quanto maior o ambiente, maior o aparelho
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SAULO FERREIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O tamanho da TV é o aspecto mais importante na escolha de um novo aparelho. Na verdade, tudo é uma questão de proporção. Quem possui uma sala enorme em casa não deve escolher um aparelho com tela muito pequena. Optar pela maior TV da loja se o espaço em casa for reduzido também é furada.
O mais importante é respeitar a distância razoável entre o sofá e a TV. Além de economizar dinheiro ao deixar de investir em um aparelho muito grande, você não vai limitar seu campo de visão.
FIQUE LIGADO
Respondemos a 10 dúvidas frequentes de quem planeja comprar uma TV
Ou seja, não vai precisar virar a cabeça de um lado a outro para acompanhar o que acontece na tela.
Não há regra universal para definir o tamanho de TV ideal para cada situação.
O mercado oferece apenas recomendações de empresas especializadas no assunto.
Uma das mais conhecidas neste campo é a THX, criada pelo cineasta George Lucas e que se especializou em definir padrões de qualidade para salas de cinema e equipamentos de áudio e vídeo.
Para obter a melhor experiência em casa, a companhia recomenda que o ângulo entre o local do espectador e a TV tenha uma abertura frontal de 40 graus em direção à tela, como mostra o infográfico acima.
O cálculo sempre leva em conta o tamanho do ambiente. Em uma sala em que o usuário permanece sentado a dois metros da tela, uma TV de 46 polegadas é suficiente.
Outro ponto importante é a posição da TV em relação à visão do espectador: deve ser sempre uma linha reta dos olhos do espectador ao centro da tela do aparelho.
Uma TV muito grande instalada acima da linha normal de visão causa desconforto semelhante àquela de sentar na primeira fila no cinema.
Após horas em frente à TV, é torcicolo na certa.
Editoria de Arte/Folhapress

Conheça os carros mais caros e potentes do Salão de São Paulo.


Conheça os carros mais caros e potentes do Salão de São Paulo.

29/10/2012 - 07h01 
DE SÃO PAULO
Salão de Paris 2012O Salão de São Paulo vai até 4 de novembro. Além de antecipar alguns lançamentos que estarão nas concessionárias em breve, a 27ª edição da mostra mais importante do setor no país reúne alguns modelos que chamam a atenção tanto pela potência e pelas linhas ousadas como pelo preço elevado. Comprá-los é possível, mas ainda é para poucos. Olhar, custa só o ingresso.
Reprodução Folha
Lexus LFA
O esportivo mais arisco da Lexus, divisão de Luxo da Toyota, é também o modelo mais caro do Salão de São Paulo: R$ 2,9 milhões. O LFA é movido por um motor 4.8 V10 de 552 cv e tem velocidade máxima de 325 km/h. A carroceria de fibra de carbono garante o baixo peso de 1.480 kg.
Divulgação
Ferrari 458 Spider
A tradicional marca italiana de esportivos dispensa apresentações. A versão conversível da 458 motor 4,5 V8 de 570 cv, atinge 100 km/h em 3,4s e tem máxima de 320 km/h. No Brasil sai por R$ 2,05 milhões.
Divulgação
SRT Viper
A nova geração da víbora é o modelo mais potente do Salão. O motor 8.4 V10 entrega 640 cv. Ainda não há preço oficial para o Brasil, mas, a Folha apurou que o carro terá importação oficial em 2014.
Divulgação
Audi R8 GT Spyder
A fera alemã tem motor V10 de 560 cv e chega aos 100 km/h em 3,8s, segundo a Audi. O esportivo conversível custa R$ 1,2 milhões.
Divulgação
Jaguar F-Type
O roadster (conversível de dois lugares) reúne desempenho e charme como todo legítimo veículo ingles de luxo. O teto retrátil é feito de tecido e demora apenas 12s para ser recolhido. O F-Type chega ao Brasil um pouco depois do Salão, conforme antecipou a Folha em setembro, mas o preço ainda não está definido.
Divulgação
Porsche 911 Turbo S - Edition 918 Spyder
O nome comprido registra a exclusividade. A versão especial do mítico esportivo alemão, limitada a 918 unidades, é destinada apenas aos clientes que adquirirem a próxima a geração do 918. Apesar de detalhes estéticos, o motor ainda é o seis cilindros boxer turbo de 530 cv.
Divulgação
Aston Martin Virage
Falando modelos de luxo ingleses, a Aston Martin é um ícone imortalizado por James Bond. E o novo Virage é de fazer inveja a qualquer 007. As novas linhas visuais da marca modernizaram os carros sem perder a tradicional identidade. O cupê foi projetado para ficar entre o DB9 e o DBS. O motor é 6.0 V12 de 490 cv.
Divulgação
Dodge Charger SRT8
Típico "muscle car" norte-americano, o Dodge Charger aparece no Salão de São Paulo na versão SRT8, que tem preparação da divisão esportiva da Chrysler. O motor é um Hemi 6.4 V8 Hemi 470 cv.
Divulgação
Ford Mustang Boss
Outro ícone da categoria, aparece em São Paulo na versão Boss, que faz referências ao clássico de 1970. O motor V8 de cinco litros entrega 440 cv. O carro está no Anhembi a passeio. A Ford continuam descartando fazer a importação oficial da linha Mustang.
Divulgação
Toyota GT 86
Criado em parceria com a Subaru, o 86 é um irmão gêmeo do Subaru BRZ. O motor de quatro cilindros opostos rende 200 cv. A tração é traseira, e o câmbio, manual de seis velocidades