segunda-feira, 7 de abril de 2014

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sexta-feira, 28 de março de 2014

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A Nova e as Antigas Arenas do Furacão.

Restrita a 10 mil torcedores, sem imprensa e ainda com um mês e meio de obras pela frente, a Arena da Baixada será reaberta amanhã, 846 dias após a sua último partida oficial e na semana do aniversário de 90 anos do clube. Página especial traz detalhes sobre a nova fase do estádio e relembra a história do Caldeirão. Veja abaixo!
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quarta-feira, 26 de março de 2014

PARABÉNS GRANDE TIME FURACÃO

Rubro-Negro comemora aniversário nesta quarta-feira. Nove listas traçam um painel que retrata a história do Furacão. Veja ainda depoimentos de ídolos rubro-negros, wallpapers especiais e fotos marcantes
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terça-feira, 4 de março de 2014

Em 2026, os carros serão autônomos, prevê estudo americano.

Em 2026, os carros serão autônomos, prevê estudo americano

03/03/2014 - 20h32
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DE SÃO PAULO

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Atualmente carros mais sofisticados já são capazes de frear sozinhos, caso sensores detectem que há risco de acidente à frente e o condutor não esboçou reação. Outra nova tecnologia que começa a se difundir: o assistente de direção. O sistema é capaz de fazer correções no ângulo de esterço do volante, mantendo o automóvel automaticamente em sua faixa de rolamento.
Isso é apenas uma ponte para a popularização do veículo totalmente autônomo. Segundo estudo do banco Morgan Stanley, a partir de 2026, os carros novos serão conectados entre si e comandados por uma central "hi-tech" de trânsito. Dessa forma, poderão transitar sozinhos, bastando ao condutor digitar o destino no painel.
Editoria de arte/folhapress
Segundo montadoras, os primeiros carros autônomos chegarão ao mercado na virada da década. O primeiro grande teste ocorrerá durante as Olimpíadas de Tokyo, em 2020. A cidade japonesa promete construir toda a estrutura para poder receber a novidade.
A principal razão para a criação do carro autônomo é a redução do número de acidentes. Com o tráfego integrado e inteligente, não haverá batidas entre os automóveis ou derrapagens por excesso de velocidade nem a necessidade de semáforos em cruzamentos sem travessia de pedestres. O fluxo do trânsito também melhoraria. Tudo isso, segundo o Morgan Stanley, pouparia por ano US$ 5,6 trilhões (cerca de R$ 13 trilhões) ao mundo.
A Folha, no ano passado, testou nos EUA um Nissan Leaf autônomo em pista fechada.

domingo, 8 de dezembro de 2013

MÃE EXCESISVAMENTE CARINHOSA PREJUDICAM OS FILHOS SEM PERCEBER?

Mães excessivamente carinhosas prejudicam os filhos sem perceber

Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo
  • Orlando/UOL
    Mães excessivamente carinhosas e atenciosas podem provocar abalos na autoestima das crianças, assim como as que são o oposto disso
    Mães excessivamente carinhosas e atenciosas podem provocar abalos na autoestima das crianças, assim como as que são o oposto disso
Não é à toa que, nos processos de terapia, a culpa de muitos problemas do paciente recai sobre a mãe. "Eu costumo brincar que toda mãe é uma espécie de balcão de reclamações", diz a psicóloga Maria Lúcia de Souza Campos Paiva, do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo).

"Porém, é impossível desprezar o fato de que a mãe é a principal responsável pela concepção psíquica do filho. Ela é o primeiro objeto de amor da criança, o primeiro vínculo estabelecido. A mãe é quem abre espaço para a relação entre o pai e a criança existir. É a mãe quem nos apresenta o mundo", afirma Maria Lúcia.
Ao longo da vida, estabelecemos outras relações importantes –com os demais membros da família, cuidadores, professores, amigos. Esses laços e o ambiente que nos cerca também são referências fundamentais na vida, mas o vínculo com a mãe é o que desempenha o papel principal no nosso desenvolvimento, principalmente nos primeiros anos da infância e, posteriormente, na adolescência. E a dose de afeto que recebemos sugere o caminho que vamos trilhar.

Afeto na medida certa

A maneira de demonstrar afeto varia de pessoa para pessoa e, portanto, de mãe para mãe. Algumas são mais carinhosas e chegadas a beijos e abraços. Outras preferem ensinar as coisas, e há aquelas que têm um senso prático aguçado, concentrando maiores esforços nos cuidados com a alimentação e vida escolar, por exemplo. Mas o quê, de fato, uma criança precisa para crescer se sentindo valorizada, amada e querida?
Cada criança também tem sua própria maneira de se relacionar com a mãe. O que serve para certas pessoas nem sempre servem para outras, basta observar mães que têm vários filhos. Uns são melosos e querem ficar grudados o tempo todo, outros são mais independentes. "Em relação às mães, é a mesma coisa. Não existe um modelo materno ideal que gera crianças mais felizes", diz a psicóloga Cecilia Russo Troiano, autora de "Vida de Equilibrista – Dores e Delícias da Mãe que Trabalha" (Ed. Pensamento).

Seja através de um abraço, do olhar, da presença física ou não, o que importa é o filho se sentir cuidado e amado. Ele precisa ter a segurança do afeto da mãe, mesmo que ele seja expresso de maneiras distintas e que atenda a criança em suas necessidades emocionais. E a criança sabe decodificar o afeto, afinal, ele a conhece desde que nasceu. "Quando crescer, saberá demonstrar afetividade e recebê-la", fala Cecilia.

Segundo especialistas em desenvolvimento infantil, a criança não quer uma mãe ausente, mas não deseja uma mãe presente o tempo todo. Os movimentos maternos de ir e vir, sair e voltar, são positivos. "É ilusão nossa achar que apenas a presença faz bem. O que é ruim é a ausência absoluta ou uma falsa presença, quando a mãe está próxima, mas não fica conectada ao filho", conta Cecilia.

A psicóloga Magdalena Ramos, professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e autora do livro "E Agora, o que Fazer? A Difícil Arte de Criar os Filhos" (Ed. Ágora), fala que existem mães que querem forçar a própria presença quando ela não é necessária. "São aquelas que se dispõem a fazer tudo pelo filho, em vez de ensiná-lo a amarrar um cadarço, por exemplo. No futuro ele será um adulto inseguro, que sempre vai esperar que os outros resolvam tudo por ele", conta.

O importante é equilibrar. Os extremos –a falta e o excesso de carinho e atenção– é que são perigosos, pois podem provocar abalos na autoestima que transformam as crianças em adultos inseguros, tímidos, com dificuldade para confiar em si mesmos e nos outros.
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Famosos e anônimos definem o que é uma família feliz33 fotos

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Como é uma família perfeita e feliz? Anônimos e famosos dizem como é a família dos sonhos. Por Simone Cunha, do UOL, em São Paulo Montagem UOL/divulgação

Perdoar é necessário

Quem se dá conta, já adulto, que o relacionamento com a mãe contribuiu de alguma forma para escolhas insensatas ou determinadas dificuldades precisa aprender a reescrever sua história. O passado, óbvio, não pode ser mudado, mas é possível modificar o peso dado a certos acontecimentos (uma bronca mais incisiva, palavras rudes, falta de apoio num momento crucial etc.), perdoar e seguir adiante.

"As mães erram tentando acertar e muitas reproduzem os comportamentos que aprenderam com as próprias mães, pois os julgavam os melhores", diz Magdalena Ramos.
Embora hoje as mulheres estejam adiando cada vez mais a maternidade, boa parte delas mantém um relacionamento mais aberto e dinâmico com seus filhos. Sobre o que será, então, que essas crianças vão reclamar nos consultórios dos psicólogos, daqui a alguns anos? Difícil prever, mas a psicóloga Maria Lúcia Paiva, da USP, declara que a maioria das mães contemporâneas sofre de um terrível mal: a culpa.

Ela acomete não só as que trabalham fora, e acham que negligenciam os filhos, como também as que decidiram abandonar o emprego e ficar em casa, e vivem sob a sombra da dúvida se tomaram a decisão certa para todos.

"Nunca é demais repetir que o mais importante não é a quantidade de tempo dedicada à criança, mas a qualidade. Eles percebem e valorizam isso", diz a pediatra e psicanalista Miriam Ribeiro de Faria Silveira, membro da SPSP (Sociedade de Pediatria de São Paulo).
Para Miriam, apesar da culpa, as mães modernas contam com um recurso muito importante e que faz toda a diferença na relação e no afeto: o diálogo. "Justamente por não se sentirem infalíveis nem donas da verdade, elas se sentem à vontade para pedir desculpas por eventuais erros no meio do caminho e recomeçar", diz. Ao se mostrarem humanas, se aproximam ainda mais dos filhos, que certamente não devem desperdiçar o exemplo.
Leia mais em: http://zip.net/bplKSJ

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Corinthians é o time mais valioso das Américas, diz 'Forbes'

22/11/2013 - 03h09

Corinthians é o time mais valioso das Américas, diz 'Forbes'

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DE SÃO PAULO
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SPFW 2012A construção do Itaquerão e os investimentos na equipe de futebol profissional fizeram com que o Corinthians fosse considerado o time de futebol "mais valioso das Américas", de acordo com estudo publicado pela edição mexicana da revista "Forbes".
O estádio, que será inaugurado apenas em janeiro do próximo ano, foi avaliado em US$ 342 milhões (R$ 788,7 milhões). O número significa 58,5% do que a publicação afirma ser o valor total do Corinthians: US$ 584,7 milhões (R$ 1,34 bilhão).
"Não foi utilizada uma fonte específica. Foram usados dados de diferentes lugares, empresas que publicam estudos esportivos", disse Fernando Ferreira, diretor da Pluri, uma das consultorias que tiveram informações analisadas pela "Forbes" para a realização do ranking.
Graças ao Itaquerão, o Corinthians superou o Chivas Guadalajara (MEX), estimado em US$ 328,1 milhões (R$ 756,6 milhões), mesmo após ter assinado, por US$ 100 milhões (R$ 230,6 milhões), contrato de venda de direitos de transmissão com a Univisión.
A emissora vai mostrar os jogos da equipe nos Estados Unidos, ao vivo.
Entre os dez mais valiosos, segundo a "Forbes", o Corinthians é também o time que tem o elenco mais caro.
Usando informações de empresas como Transfermarkt e Sport+Markt, a publicação mexicana considerou que o grupo de jogadores comandados por Tite poderia ser vendido por US$ 74,7 milhões (R$ 172,3 milhões).
Para contratar Alexandre Pato e Renato Augusto, por exemplo, o clube desembolsou, no total, cerca de R$ 51 milhões. Outros brasileiros na relação são o São Paulo (3º), Internacional-RS (5º) e o Flamengo (10º).
Não que o ranking seja unanimidade entre os especialistas em gestão esportiva.
"Sob o ponto de vista do faturamento, nossos clubes são os maiores da América Latina. Mas eu acho estranho contabilizar um estádio que ainda não existe. O Corinthians nem é o único dono (do Itaquerão). É sócio de um fundo. Não creio que isso tenha sido levado em consideração pela 'Forbes' ao fazer este tipo de análise" contestou o consultor Amir Somoggi, que costuma realizar trabalhos de marketing para equipes nacionais.

Obras no Itaquerão - novembro 2013

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Vista do Itaquerão, estádio que receberá o jogo de abertura da Copa de 2014